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10.08.2018
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Cuidados na armazenagem de produtos alimentícios

Cuidados na armazenagem de produtos alimentícios

Quem trabalha com produtos alimentícios sabe que diversos cuidados devem ser tomados. Afinal, há várias regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e outras entidades de regulamentação.

As exigências são relativas à armazenagem e ao transporte e têm como objetivo evitar sobretudo que o alimento se torne impróprio para consumo. Assim, você sofre menos perdas e garante que o consumidor esteja protegido contra intoxicações e infecções.

Para entender melhor este assunto, neste post vamos mostrar quais são os principais cuidados referentes ao armazenamento desses itens para cumprir a legislação e impedir que ocorram riscos nas práticas de fornecimento de alimentos.

Como os produtos alimentícios devem ser armazenados?

O ideal é cumprir sobretudo a legislação para garantir a preservação dos alimentos e respeitar as restrições existentes em cada grupo.  Além disso, é importante destacar que há características biológicas, químicas e físicas a serem analisadas e protegidas.

Nesse contexto, as condições químicas e biológicas para as quais é importante atentar são:

  • umidade;
  • risco de contaminação;
  • iluminação;
  • ventilação;
  • prazo;
  • exigências sanitárias;
  • temperatura de conservação.

Já as físicas são as que listamos, a seguir:

  • unitização;
  • acondicionamento e embalagem;
  • empilhamento;
  • armazenagem;
  • tempo;
  • manuseio;
  • vibração.

Portanto, essas condições precisam ser comparadas para garantir a estocagem adequada do alimento. Por exemplo: os itens que precisam ficar refrigerados devem ser mantidos sob determinada temperatura de conservação, serem acondicionados em locais apropriados, em uma embalagem específica e por aí vai.

Quais são os tipos de embalagem?

O acondicionamento também é um fator relevante para o armazenamento, especialmente de alimentos. A embalagem é essencial para conservar os produtos e garantir o cumprimento de algumas das condições indicadas anteriormente.

Elas são categorizadas da seguinte forma:

  • primária: é o pacote, ou seja, a embalagem de distribuição para o consumidor final;
  • secundária: protege a primária e assegura as melhores condições possíveis. Costuma ser uma bandeja ou um filme;
  • terciária: une as embalagens secundárias e unitiza o volume. O manuseio, carga e descarga do alimento são facilitados;
  • quaternária: unitizam as terciárias e simplificam o transporte. Um exemplo são os paletes;
  • quinária: é a embalagem final, com a qual os alimentos são movimentados. Alguns exemplos são contêineres isotérmicos ou refrigerados, ou ainda embalagens especiais. O padrão internacional ISO deve ser seguido.

Vale a pena destacar sobretudo que todas as condições e restrições devem ser cumpridas com equipamentos adequados e contar com profissionais especialistas. Além disso, é preciso cumprir as regras da Anvisa, especialmente no que for referente à temperatura e higienização.

Além disso, no armazenamento é necessário garantir um bom espaço de manuseio e ventilação e utilizar o método First Expire, First Out (FEFO) para garantir que os produtos alimentícios que vencem antes sejam utilizados com prioridade.

Por todos esses motivos, é imprescindível contar com bons parceiros para a armazenagem e o transporte de produtos alimentícios. É essencial que o processo logístico seja sobretudo realmente eficiente. Com isso, todas as regras serão respeitadas e a qualidade, sempre mantida.

Então, que tal contar com uma empresa de transportes e logística que cumpre todas as regras? Entre em contato com a Trans-Ice e confira os detalhes da nossa operação!

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